As etiquetas RFID – do inglês Radio frequency identification, ou Identificação por radiofrequência – já estão sendo implementadas em algumas lojas e supermercados, auxiliando na gestão das mercadorias e, especialmente, no controle de estoque. No entanto, essa tecnologia pode vir a facilitar muitas outras atividades desenvolvidas diariamente.

Como as etiquetas permitem que o leitor identifique instantaneamente o objeto aos quais estas estão anexadas, dentro do raio de alcance determinado, as RFID poderiam ser implementadas em veículos para tornar as cobranças de trânsito, como pedágios e estacionamentos, automáticas.

O próprio sistema faria a leitura do pedágio pelo qual o automóvel está passando ou o horário de entrada e saída de um determinado estacionamento, podendo contabilizar os valores e deduzir a cobrança diretamente da conta bancária do motorista, dispensando paradas em cancelas e guaritas, manejo de dinheiro, devolução de troco, etc.

De maneira semelhante, as etiquetas RFID permitiriam o pagamento de compras através do celular, sem a necessidade de realizar transações em dinheiro ou cartão de crédito. O próprio aparelho, equipado com o sistema adequado, identificaria por radiofrequência os valores da operação e transmitiria a informação ao banco do consumidor. O pagamento poderia ser efetuado automaticamente da conta bancária ou através de faturas.

Outra forma de implementar as etiquetas RFID é na identificação biométrica. Seja em passaportes ou outros documentos de identidade, elas permitiriam que todas as informações necessárias sobre a pessoa fossem armazenadas em apenas um único arquivo, não sendo preciso carregar diversos documentos, e tornariam a leitura dessas informações instantânea.

O sistema de identificação por radiofrequência permite ainda que empresas rastreiem suas cargas, servindo também como uma medida de segurança contra furtos, já que independente da localização, a mercadoria poderá ser identificada.

Uma outra atividade que pode ser auxiliada pela RFID é o monitoramento de animais. Chips de identificação por radiofrequência implantados em animais domésticos podem facilitar o rastreamento de bichinhos perdidos ou a identificação, e punição, de donos de animais abandonados.

Já animais selvagens poderiam receber uma etiqueta RFID a fim de permitir o monitoramento da espécie e, até mesmo, a verificação do comportamento de animais de cativeiros que foram reinseridos na natureza.

Seja no acompanhamento de veículos, mercadorias ou animais, as etiquetas RFID podem facilitar e, acima de tudo, agilizar a execução dessas atividades.

 

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