Atuar em um marketplace e usufruir de suas vantagens não é um benefício exclusivo a grandes negócios. Através de plataformas para mobiles, pequenos negócios já estão se beneficiando desse modelo de empreendimento.

Segundo reportagem veiculada no Portal do Estado de S. Paulo, os marketplaces mobiles já são muito usados por pequenos negócios dos segmentos de saúde e beleza, que, por meio dessas plataformas têm conseguido aumentar sua renda e permanecer no mercado.

Para umas das lojistas entrevistas na reportagem do Estadão, a Esteticista e massagista Shirley Lavigne, as transações realizadas por meio de um aplicativo salvaram seu negócio. “50% dos atendimentos que realizei no período foram por meio do aplicativo. Dessa forma, sobrevivi e não precisei fechar o ponto”, conta.

Outros vendedores que estão usando o aplicativo, segundo a reportagem, oferecem serviço de farmácia, perfumarias, acessórios de beleza, cosmésticas, lojas de suplementos e de produtos naturais.

Os marketplaces mobile oferecem grande vantagem para os consumidores porque eles podem pesquisar os produtos que desejam, comparar preçoes e ofertas em um mesmo aplicativos, sem precisar fazer o download e acessar diferentes apps, tudo diretamento de seus smarthphones.

Para os lojistas, além de atrair um número maior de clientes, os marketplaces mobiles possibilitam ainda o complemento da renda. “Esses profissionais podem, por meio de aplicativos, ter mais de um tipo de trabalho. A manicure, por exemplo, pode fazer unhas à tarde e à noite dirigir um Uber. A pessoa consegue ter dois empregos e ganhar mais dinheiro do que ganharia fazendo uma só função com contrato CLT e pagando altas taxas de impostos”, afirma Tallis Gomes, CEO do app Singu, para a reportagem do Estado de S. Paulo.

Voltar-se para um mercado mobile deve tornar-se cada vez mais tendência entre comerciantes já que, no Brasil, o acesso à internet – consecutivamente ao e-commerce –  supera o número de acessos através do computador, segundo o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já em 2014.

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